{"id":1627,"date":"2013-11-27T08:48:21","date_gmt":"2013-11-27T11:48:21","guid":{"rendered":"http:\/\/sindespe.org.br\/portal\/?p=1627"},"modified":"2013-11-27T08:48:21","modified_gmt":"2013-11-27T11:48:21","slug":"enquanto-houver-vontade-de-lutar-havera-esperanca-de-vencer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/enquanto-houver-vontade-de-lutar-havera-esperanca-de-vencer\/","title":{"rendered":"Enquanto houver vontade de lutar haver\u00e1 esperan\u00e7a de vencer"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201c<i>Enquanto houver vontade de lutar haver\u00e1 esperan\u00e7a de vencer<\/i>\u201d. (Santo Agostinho)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-1629\" alt=\"guerreiros\" src=\"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/guerreiros-300x226.jpg\" width=\"300\" height=\"226\" srcset=\"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/guerreiros-300x226.jpg 300w, https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/guerreiros.jpg 403w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Ao lan\u00e7armos um olhar sobre o passado, o presente e o futuro de nossa categoria, uma n\u00edtida imagem transparece, o nosso, por assim dizer, \u201cest\u00e1gio probat\u00f3rio\u201d, durou n\u00e3o os 3 (tr\u00eas) anos constitucionalmente exigidos, mas longos 13 (treze) anos. Mais de uma d\u00e9cada comprovando os atributos da assiduidade, pontualidade, responsabilidade, iniciativa, efici\u00eancia, etc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Conforme bem sabemos, fomos criados, originalmente, conforme a LC 898\/01 com as fun\u00e7\u00f5es de \u201cescolta e cust\u00f3dia de presos\u201d, por\u00e9m s\u00f3 esta \u00faltima atribui\u00e7\u00e3o, a herc\u00falea tarefa de vigil\u00e2ncia, nos foi dada. S\u00f3 agora, passados 13 (treze) longos anos, ap\u00f3s cansar de ouvir os derrotistas, literalmente, de plant\u00e3o, que a escolta nunca seria nossa, ela passa a ser algo tang\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Nesse passo, apesar do costumeiro improviso que marcou o in\u00edcio de nossa atividade e diga-se, ainda se faz presente, traduzido em falta de estrutura, equipamentos, efetivo baix\u00edssimo, sal\u00e1rio irris\u00f3rio mesmo se comparado com o atual que ainda \u00e9 sofr\u00edvel, ainda assim, reduzimos em cerca de 90% a fuga nos pres\u00eddios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 De antem\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio ressaltar, por ser imperativo de justi\u00e7a, que muito devemos aos pioneiros da classe, aos nossos \u201cantig\u00f5es\u201d, que guarneceram torres em escalas desumanas, muitas das vezes por 12 (doze) horas ininterruptas. Sendo certo que, a pr\u00f3pria legisla\u00e7\u00e3o previa turnos de 3\/3 (tr\u00eas por tr\u00eas) horas ainda se sujeitando a convoca\u00e7\u00f5es para plant\u00f5es seguidos nessas mesmas condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Se a pecha de \u201cgen\u00e9ricos\u201d foi deixada no passado, \u00e9 porque esses bravos guerreiros de farda verde arriscaram dia ap\u00f3s dia suas vidas. Seja na alvorada ou no crep\u00fasculo, enfrentando sol e chuva mantiveram a ordem, evitando fugas, recha\u00e7ando motins, rebeli\u00f5es; enfim, dignificando diuturnamente a classe dos aevp\u00b4s, juntamente com nossos irm\u00e3os asp\u00b4s, num dos maiores sistemas penitenci\u00e1rios do mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Ocorre, infantaria, que novos desafios se fazem presentes, continuemos a apresentar, o que consideramos, os melhores n\u00fameros de efici\u00eancia do servi\u00e7o p\u00fablico bandeirante, com olhar firme no futuro. Muito h\u00e1 para se fazer, a escolta ser\u00e1 ben\u00e7\u00e3o ou maldi\u00e7\u00e3o consoante nossa compet\u00eancia e a bandidagem n\u00e3o d\u00e1 tr\u00e9gua.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Enfim, que possamos, com sabedoria, unir a garra e a experi\u00eancia adquirida demonstrada no passado com o brilho e a energia de nossos novos aevp\u00b4s. Que cada um tome para si sua parcela de responsabilidades no cumprimento de seu <i>mister<\/i>, agindo nos estreitos limites da legalidade, n\u00e3o obstante tendo em mira sempre o intransigente respeito aos nossos direitos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1628\" alt=\"P1040082-1\" src=\"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/P1040082-1.jpg\" width=\"182\" height=\"244\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Alexandre N\u00e9ia e Silva, \u00e9 aevp no CDP de Jundia\u00ed, bacharel em direito, especializando em direito penal e o menor dos homens no reino de Jesus Cristo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cEnquanto houver vontade de lutar haver\u00e1 esperan\u00e7a de vencer\u201d. (Santo Agostinho) \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Ao lan\u00e7armos um olhar sobre o passado, o presente e o futuro de nossa categoria, uma n\u00edtida imagem transparece, o nosso, por assim dizer, \u201cest\u00e1gio probat\u00f3rio\u201d, durou n\u00e3o os 3 (tr\u00eas) anos constitucionalmente exigidos, mas longos 13 (treze) anos. 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