{"id":7122,"date":"2017-03-15T09:22:17","date_gmt":"2017-03-15T12:22:17","guid":{"rendered":"http:\/\/sindespe.org.br\/portal\/?p=7122"},"modified":"2017-03-15T09:22:17","modified_gmt":"2017-03-15T12:22:17","slug":"reforma-da-previdencia-temos-o-direito-de-dizer-nao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/reforma-da-previdencia-temos-o-direito-de-dizer-nao\/","title":{"rendered":"Reforma da previd\u00eancia : temos o direito de dizer n\u00e3o!"},"content":{"rendered":"<p>Aprova\u00e7\u00e3o da PEC est\u00e1 cada vez mais pr\u00f3xima. Idade m\u00ednima para aposentadoria da categoria pode ser de 65 anos. PM e Militares n\u00e3o entram na reforma.<\/p>\n<p>Com a justificativa de &#8220;arrumar&#8221; o buraco deixado na economia da previd\u00eancia, o governo decidiu fazer a reforma, aumentando o tempo de contribui\u00e7\u00e3o do trabalhador. A idade m\u00ednima do regime pr\u00f3prio da Uni\u00e3o, eleva de 60 anos (homem) e de 55 (mulheres) para 65 anos para todos. &#8220;Para se aposentar com 100% do benef\u00edcio, por exemplo, ser\u00e1 preciso contribuir 49 anos! Imagine trabalhar todo esse tempo nas unidades prisionais? N\u00e3o h\u00e1 ser humano que aguente nem f\u00edsica, nem psicologicamente&#8221;, afirma Ant\u00f3nio Pereira, presidente do Sindespe.<br \/>\nTodos os trabalhadores ativos v\u00e3o ser afetados. Homens a partir de 50 anos e mulheres com 45 anos ou mais ser\u00e3o enquadrados em normas mais suaves, mas com tempo adicional para requerer o benef\u00edcio.<br \/>\nO governo federal deixou de fora Policiais Militares e as For\u00e7as Armadas. &#8220;Mas a nossa categoria tamb\u00e9m tem in\u00fameros motivos para n\u00e3o entrar na reforma da previdencia. \u00c9 por isso que temos que dizer n\u00e3o! &#8220;, diz Pereira.<\/p>\n<p>Manifesta\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>Diversas categorias em v\u00e1rios estados do Brasil j\u00e1 se manifestaram. O Minist\u00e9rio da Fazenda est\u00e1 neste momento ocupado por militantes do Movimento Sem Terra (MST).<\/p>\n<p>Aposentados<\/p>\n<p>Aposentados e aqueles que completarem os requisitos para pedir o benef\u00edcio at\u00e9 a aprova\u00e7\u00e3o da reforma n\u00e3o ser\u00e3o afetados.<\/p>\n<p>Regra para quem est\u00e1 pr\u00f3ximo de se aposentar:<\/p>\n<p>Haver\u00e1 uma regra de transi\u00e7\u00e3o para n\u00e3o prejudicar quem est\u00e1 perto da aposentadoria. Por ela, quem estiver com 50 anos ou mais (homens) e 45 anos ou mais (mulheres) poder\u00e1 se aposentar pelas regras atuais, pagando ped\u00e1gio de 50% sobre o tempo que faltava para a aposentadoria (se for um ano, por exemplo, ter\u00e1 de trabalhar um ano e meio).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aprova\u00e7\u00e3o da PEC est\u00e1 cada vez mais pr\u00f3xima. Idade m\u00ednima para aposentadoria da categoria pode ser de 65 anos. PM e Militares n\u00e3o entram na reforma. Com a justificativa de &#8220;arrumar&#8221; o buraco deixado na economia da previd\u00eancia, o governo decidiu fazer a reforma, aumentando o tempo de contribui\u00e7\u00e3o do trabalhador. A idade m\u00ednima do regime pr\u00f3prio da Uni\u00e3o, eleva de 60 anos (homem) e de 55 (mulheres) para 65&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":7123,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_joinchat":[]},"categories":[1],"tags":[],"views":791,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7122"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7122"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7122\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7124,"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7122\/revisions\/7124"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7123"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7122"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7122"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7122"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}