{"id":9811,"date":"2018-08-15T13:04:03","date_gmt":"2018-08-15T16:04:03","guid":{"rendered":"http:\/\/sindespe.org.br\/portal\/?p=9811"},"modified":"2018-08-15T14:15:44","modified_gmt":"2018-08-15T17:15:44","slug":"desmilitarizacao-de-sucesso-aevp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/desmilitarizacao-de-sucesso-aevp\/","title":{"rendered":"Desmilitariza\u00e7\u00e3o de sucesso, AEVP!"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-9830\" src=\"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/desmilitariza\u00e7\u00e3o-de-sucesso-pequena2.jpg\" alt=\"desmilitariza\u00e7\u00e3o de sucesso pequena2\" width=\"741\" height=\"483\" srcset=\"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/desmilitariza\u00e7\u00e3o-de-sucesso-pequena2.jpg 741w, https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/desmilitariza\u00e7\u00e3o-de-sucesso-pequena2-300x196.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 741px) 100vw, 741px\" \/><\/p>\n<p><strong>N\u00c3O SOMOS MILITARES, TEMOS QUE VALORIZAR QUEM SOMOS!<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 mais de uma d\u00e9cada e meia o governo do estado de S\u00e3o Paulo inovou na gest\u00e3o prisional lan\u00e7ando uma pol\u00edtica\u00a0carcer\u00e1ria nova criando uma carreira pouco difundida mas com n\u00fameros expressivos de sucesso, os Agentes de Escolta e Vigil\u00e2ncia Penitenci\u00e1ria (AEVP).<\/p>\n<p>Com o compromisso estabelecido pela Lei Complementar 898\/2001\u00a0para o desempenho de atividades de escolta e cust\u00f3dia de presos, em movimenta\u00e7\u00f5es externas\u00a0e a guarda das unidades prisionais, visando evitar fuga ou arrebatamento de presos, contratou-se cerca de 4000 homens de in\u00edcio para esse novo desafio.<\/p>\n<p>At\u00e9 dezembro de 2002 a Pol\u00edcia Militar era respons\u00e1vel pela guarda das muralhas dos pres\u00eddios\u00a0por todo estado de S\u00e3o Paulo, a centen\u00e1ria Pol\u00edcia Militar dividia com a Secretaria da Administra\u00e7\u00e3o Penitenci\u00e1ria (SAP) a corresponsabilidade sobre a tutela do preso. Na pr\u00e1tica a Pol\u00edcia Militar prendia o suspeito de crime nas ruas, esses eram levados para os pres\u00eddios da SAP e a mesma Pol\u00edcia Militar devia cuidar para que esse preso n\u00e3o fugisse, uma fun\u00e7\u00e3o dupla prender e guardar que fugia da verdadeira finalidade da Pol\u00edcia Militar que era a de patrulhamento das ruas e comunidades.<\/p>\n<p>Na \u00e9poca o sistema prisional apresentava muita defici\u00eancia em garantir que o preso permanecesse no cumprimento de sua pena, as fugas eram constantes, como em Julho de 2001 que 105 presos fugiram da extinta Casa de Deten\u00e7\u00e3o do Complexo do Carandiru em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_9812\" aria-describedby=\"caption-attachment-9812\" style=\"width: 657px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha\/cotidiano\/ult95u32540.shtml\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-9812\" src=\"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/105-carandiru.jpg\" alt=\"Clique na imagem e leia mat\u00e9ria\" width=\"657\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/105-carandiru.jpg 657w, https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/105-carandiru-300x167.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 657px) 100vw, 657px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-9812\" class=\"wp-caption-text\">Clique na imagem e leia mat\u00e9ria<\/figcaption><\/figure>\n<p>Em novembro do mesmo ano outra fuga em massa foi registrada do mesmo Complexo prisional da capital paulista, agora superando a fuga anterior.<\/p>\n<figure id=\"attachment_9813\" aria-describedby=\"caption-attachment-9813\" style=\"width: 413px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/noticias.uol.com.br\/inter\/reuters\/2001\/11\/26\/ult27u16744.shl\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-9813\" src=\"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/108-carandiru-fuga.jpg\" alt=\"CLIQUE NA IMAGEM E LEIA A MAT\u00c9RIA ORIGINAL\" width=\"413\" height=\"242\" srcset=\"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/108-carandiru-fuga.jpg 413w, https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/108-carandiru-fuga-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 413px) 100vw, 413px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-9813\" class=\"wp-caption-text\">CLIQUE NA IMAGEM E LEIA A MAT\u00c9RIA ORIGINAL<\/figcaption><\/figure>\n<p>Esses s\u00e3o dois grandes exemplos hist\u00f3ricos da calamidade que era a fr\u00e1gil vigil\u00e2ncia externa pelas muralhas dos pres\u00eddios na gest\u00e3o militar. Muitos foram os fatores apontados como poss\u00edveis causas, que v\u00e3o da prec\u00e1ria estrutura f\u00edsica das penitenci\u00e1rias aliadas a superlota\u00e7\u00e3o at\u00e9 mesmo\u00a0uma cultura militar de desprest\u00edgio desse tipo de atividade aliada ao seu descompromisso com o sistema prisional.<\/p>\n<p>O material humano empregado pelos militares nessa miss\u00e3o\u00a0n\u00e3o eram dos melhores\u00a0em sua quase generaliza\u00e7\u00e3o, culpa de uma filosofia onde a guarda da muralha de pres\u00eddios era destino para tr\u00eas grupos de militares: recrutas, sem a experi\u00eancia necess\u00e1ria ainda da atividade policial de rua; &#8220;novidades&#8221; como eram chamados os policiais militares que apresentavam algum registro de ocorr\u00eancia duvidosa nas ruas ou batalh\u00f5es \u00e0 conduta exigida de um bom militar; e os &#8220;m\u00e3os cansadas&#8221; como eram chamados pelos pr\u00f3prios militares os policiais j\u00e1 em fim de carreira que n\u00e3o apresentavam as melhores condi\u00e7\u00f5es para atividade de policiamento de rua e entre eles tamb\u00e9m comandantes com caracter\u00edsticas cansadas com o mesmo fraco desempenho para atividade de rua.<\/p>\n<p>Esses fatores eram aliados ao descompromisso militar com a tutela do preso, j\u00e1 que a responsabilidade sob a disciplina e ordem da unidade cabia a SAP. A PM tinha a \u00fanica e exclusiva fun\u00e7\u00e3o de tentar impedir a fuga, mas quando n\u00e3o a conseguia\u00a0abria-se uma apura\u00e7\u00e3o e quase sempre n\u00e3o resultava em nada pois iniciava um jogo de empurra-empurra onde nem a SAP nem a PM assumiam culpa sobre a fuga.<\/p>\n<p>A SAP sob comando do ent\u00e3o secret\u00e1rio Nagashi Furukawa cria o AEVP, desmilitariza a guarda dos pres\u00eddios e abre\u00a0 espa\u00e7o para tamb\u00e9m desmilitarizar a escolta prisional, mudando radicalmente a pol\u00edtica prisional em uma ato que faz com que toda a gest\u00e3o carcer\u00e1ria seja feita pelo pr\u00f3prio sistema prisional, afastando a PM para suas fun\u00e7\u00f5es de direito e enviando uma mensagem aos criminalistas que diz que a mesma m\u00e3o que prende n\u00e3o pode ser a mesma m\u00e3o que custodia.<\/p>\n<p>Com o tempo os n\u00fameros foram atingindo marcas incr\u00edveis, o estado que registrava em m\u00e9dia 1 fuga de presos a cada um dia e meio, agora zera as fugas no sistema prisional.<\/p>\n<p>O grande marco desse fato foi o que aconteceu na unidade prisional &#8220;Adriano Marrey&#8221; em Guarulhos, quando de forma ousada criminosos sequestram um helic\u00f3ptero com o objetivo de arrebatar presos daquela unidade e s\u00e3o\u00a0abatidos pelos Agentes de Escolta e Vigil\u00e2ncia Penitenci\u00e1ria mesmo com um armamento de pouco potencial de fogo.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/pAoQZsMHC1Q\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>A partir deste evento os agentes de escolta e vigil\u00e2ncia regidos pelo <a href=\"https:\/\/www.al.sp.gov.br\/repositorio\/legislacao\/lei\/1968\/alteracao-lei-10261-28.10.1968.html\">Estatuto dos Servidores P\u00fablicos CIVIS do Estado de S\u00e3o Paulo<\/a> provam que sim, \u00e9 poss\u00edvel manter a ordem e a disciplina no sistema p\u00fablico de seguran\u00e7a sem necessariamente ter que militarizar.<\/p>\n<p>Em 2013 no retorno do governador Geraldo Alckimin resolveu dar sequ\u00eancia ao projeto de Nagashi Furukawa ordenando ao atual secret\u00e1rio Lourival Gomes que contratasse novos agentes de escolta e vigil\u00e2ncia para que as atividades de escolta come\u00e7assem a se desmilitarizar como fora feito nas muralhas dos pres\u00eddios. Nascia na regi\u00e3o metropolitana de S\u00e3o Paulo seis polos de escolta dirigidos por agentes prisionais, assumindo as fun\u00e7\u00f5es de escolta e cust\u00f3dia de presos em f\u00f3runs e hospitais sem o comando ou participa\u00e7\u00e3o militar.<\/p>\n<p>Militares se restringiam de in\u00edcio a treinar e passar experi\u00eancias a esses agentes, que mais uma vez mostraram efici\u00eancia mesmo em meio a tanta defici\u00eancia estrutural, cumprindo em m\u00e9dia 97% das pautas entregues mostrando\u00a0novamente que sim, \u00e9 poss\u00edvel que civis assumam atividades outrora de exclusividade militar com efici\u00eancia superior a eles.<\/p>\n<p>O AEVP conseguiu ter seu princ\u00edpio de protagonismo, a carreira se tornou conhecida, a nomenclatura de dif\u00edcil pronuncia come\u00e7ou a ser pronunciada onde antes era confundida com policiais, foi organizado uma categoria que nasceu de uma ideia de inova\u00e7\u00e3o e hoje \u00e9 um bra\u00e7o forte da seguran\u00e7a p\u00fablica de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Todo esse hist\u00f3rico trouxe a carreira um credencial para que pudesse se expandir n\u00e3o mais a sombra de outra institui\u00e7\u00e3o, mas da pr\u00f3pria, um grande passo para valoriza\u00e7\u00e3o foi dada e hoje pode-se dizer que o AEVP \u00e9 o projeto de desmilitariza\u00e7\u00e3o muito bem sucedido.<\/p>\n<p>Contudo esse projeto pode ser amea\u00e7ado, quando da mesma forma em que de uma mentalidade ele surge inovador, tamb\u00e9m aos poucos vemos gestos militaristas surgindo dentre os nossos AEVPs. Gra\u00e7as a resqu\u00edcios de militares da SAP, que apesar de terem suas aposentadorias garantidas sendo pagas pelo estado por servi\u00e7os prestados na carreira militar, regressam ao estado agora acumulando vencimentos e mantendo vivo a mentalidade de algo que j\u00e1 passou.<\/p>\n<p>E isso s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel porque dentro da carreira existem pessoas que\u00a0um dia foram militares mas o militarismo n\u00e3o os quis mais, outros que sonharam em ser mas n\u00e3o tiveram a capacidade de se tornarem e buscam compensar sua frustra\u00e7\u00e3o transformando Casas da Guarda em Companhias Militares e equipes de escolta em pelot\u00f5es. Implantando entre os agentes civis o militar cumprimento de contin\u00eancia, apresenta\u00e7\u00e3o de armas e outras pr\u00e1ticas militares, que come\u00e7am a\u00ed e v\u00e3o at\u00e9 as persegui\u00e7\u00f5es, ass\u00e9dios e exageros de corporativismo hier\u00e1rquico.<\/p>\n<p>Somam-se o grande n\u00fameros de aposentados militares em cargos estrat\u00e9gicos de comando velado na SAP \u00e0 mentes frustradas que ingress\u00e3o a carreira de AEVP n\u00e3o por acreditar que somos algo novo\u00a0que deu certo, mas buscando compensar o algo velho que deu errado em suas vidas, temos uma amea\u00e7a que aos poucos vem se manifestando no nosso meio e precisamos em defesa de tudo o que conquistamos nos unir para recha\u00e7ar tudo aquilo que venha na contram\u00e3o de nossa identidade pr\u00f3pria.<\/p>\n<p>N\u00e3o precisamos copiar nada, somos capazes o suficiente para criar. A muralha sempre funcionou muito bem ap\u00f3s a desmilitariza\u00e7\u00e3o, vez ou outra surgem problemas internos quanto tentam impor formas militares, mas a resist\u00eancia a isso tem prevalecido.<\/p>\n<p>De igual forma a escolta funcionava muito bem quando os cinco polos administrados pelos pr\u00f3prios AEVPs (civis) funcionavam na capital, mas havia um deles que era gerido veladamente por um militar, velado pois n\u00e3o tinha autonomia legal para gerir diretamente, ent\u00e3o para isso funcionar nomeia-se um AEVP que aceite acatar decis\u00f5es vindas de um militar. Para n\u00e3o expor essa inger\u00eancia unificou-se todos os polos em uma s\u00f3 base, justamente no que n\u00e3o apresentava a efici\u00eancia esperada, mas ao unificar os polos, unificou-se o poder, o comando e hoje inexiste outro polo para que sirva de par\u00e2metro comparativo, de forma a provar que onde \u00e9 o civil que cuida, vai bem mas onde o militar opina, nem tanto.<\/p>\n<p>O protagonismo tem que ser nosso, somos capazes, a hist\u00f3ria provou isso, mas esse protagonismo depende de n\u00f3s, valorizar quem somos e criar nossa pr\u00f3pria identidade, temos o poder de pol\u00edcia, mas n\u00e3o somos ainda policiais e ainda que fossemos caso aprovem a PEC 308\/04 n\u00e3o seremos militares.<\/p>\n<p>A Policia Militar do estado presta hist\u00f3rico e relevante servi\u00e7os a comunidade e todos os anos abre cerca de 4000 vagas para suas carreiras, assim todos os que n\u00e3o aceitam ser agentes de escolta e vigil\u00e2ncia penitenci\u00e1ria regidos pelo estatuto do servidor p\u00fablico civil do estado tem a grande chance de deixar nossa carreira e ir servir disciplinadamente a PMSP.<\/p>\n<p>Quem ficar que valorize o que \u00e9 e n\u00e3o que foi, ou quem quis ser.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00c3O SOMOS MILITARES, TEMOS QUE VALORIZAR QUEM SOMOS! H\u00e1 mais de uma d\u00e9cada e meia o governo do estado de S\u00e3o Paulo inovou na gest\u00e3o prisional lan\u00e7ando uma pol\u00edtica\u00a0carcer\u00e1ria nova criando uma carreira pouco difundida mas com n\u00fameros expressivos de sucesso, os Agentes de Escolta e Vigil\u00e2ncia Penitenci\u00e1ria (AEVP). Com o compromisso estabelecido pela Lei Complementar 898\/2001\u00a0para o desempenho de atividades de escolta e cust\u00f3dia de presos, em movimenta\u00e7\u00f5es externas\u00a0e&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":9830,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_joinchat":[]},"categories":[26,1],"tags":[],"views":4008,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9811"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9811"}],"version-history":[{"count":11,"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9811\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9831,"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9811\/revisions\/9831"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9830"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9811"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9811"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindpenal.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9811"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}