São Paulo, um Paraguai em fugas de presos antes dos “AEVP”s assumirem os cargos.

Nesta semana  a sociedade ficou perplexa com a fuga de 76 presos  no Paraguai, presídio de Pedro Juan Caballero.

São Paulo no passado já foi um Paraguai em número de fugas, no intervalo de 4 meses 205 presos fugiram em cadeias de regime fechado .

Veja a data, ano de 2001,  o estado de São Paulo se encontrava em um verdadeiro caos no sistema carcerário um ano antes dos “AEVPs” Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária  assumirem o cargo e levarem o números de fugas a patamares Europeus no Estado de São Paulo.

 A  Lei nº 8.209, de  4 de janeiro de 1993  criou, e o Decreto nº 36.463, de 26 de Janeiro de 1993  organizou a Secretaria da Administração Penitenciária, “SAP” a primeira no Brasil.

Histórico das fugas .

Em 8 de julho de 2001,   106 presidiários escaparam do pavilhão da antiga  ¨Casa detenção ¨em  São Paulo,  foi cavado um túnel de fora para dentro da unidade prisional.

O túnel ligava a galeria externa de água e esgoto à parte interna do presídio, bem rente à muralha do Pavilhão 8, perto do antigo campo de futebol. No local, os presos montavam barracas para receber as visitas. 

O trabalho de escavação também foi realizado por equipe de profissionais. Havia no buraco sistemas de iluminação, ventilação e escoramento das paredes.

Na lista de foragidos estavam traficantes de drogas, assaltantes de joalherias, bancos e carros-fortes, além de sequestradores. Todos eram ligados ao “PCC” 

Em novembro de 2001, ainda no Carandiru,  99 presos escaparam da Penitenciária do Estado, também por túnel. O buraco ligava a parte interna do presídio à galeria de água e esgoto da avenida General Ataliba Leonel.

Um dos fugitivos era Alejandro Juvenal Herbas Camacho Júnior, irmão de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como o líder máximo do PCC. 

Os jornais da época falam  do assunto:

CARANDIRU-FUGA

https://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u32540.shtml

Policial Penal apenas o reconhecimento:

Estes profissionais mesmo sem estarem ingressados em uma carreira policial ou militar, prestaram serviço de eficiência e respeito, a carreira policial é um reconhecimento a tudo aquilo que foi realizado no Estado de São Paulo por estes profissionais de Segurança, que foram constantemente  testados desde o primeiro dia  em que tomaram posse no ano de 2002, completando 18 anos de trabalho, sem colete balístico, sem porte de arma, sem folga “SAP”, sem vencimentos compatível com as outras categorias da segurança.