QUEM PERDE QUANDO A CATEGORIA FICA SEM REPRESENTAÇÃO? O SERVIDOR!
A realidade é simples: se existem quatro sindicatos atuando em defesa dos policiais penais no Estado de São Paulo, o caminho não deveria ser enfraquecer a representação da categoria, mas garantir que os servidores tenham voz, participação e liberdade de escolha.
É melhor ter quatro sindicatos disputando espaço, apresentando propostas, cobrando o Governo e defendendo os interesses dos policiais penais do que deixar a categoria sem nenhuma representação efetiva.
A força de uma categoria está também na sua capacidade de se organizar, reivindicar e ser ouvida.
Não cabe a terceiros decidir quem deve representar o policial penal. Cabe ao próprio servidor avaliar cada entidade, conhecer sua atuação, suas propostas e seus resultados e escolher livremente quem merece sua confiança.
Se quatro sindicatos querem representar a categoria, que cada um apresente suas propostas e demonstre sua legitimidade perante o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Cada entidade deve ter sua carta ou documento de representação sindical, conforme as regras aplicáveis, deixando claro qual é a sua base de representação e quais são os interesses que afirma defender.
A categoria precisa de transparência.
Que cada sindicato apresente sua documentação, suas propostas e sua atuação. Depois, cabe aos servidores avaliar e escolher livremente quem querem como seus representantes.
A representação de sindicato único não deve ser decidida por poucos. Deve ser construída com legitimidade, transparência e participação dos próprios policiais penais.
Que mostrem trabalho.
Que prestem contas.
Que disputem a confiança dos servidores.
A escolha deve ser do policial penal.
Representação sindical se conquista com trabalho, transparência, presença e defesa dos interesses da categoria.
Mais representação. Mais voz. Mais liberdade de escolha para o servidor.
POLICIAL PENAL: A ESCOLHA DE QUEM REPRESENTA VOCÊ DEVE ESTAR NAS SUAS MÃOS.
